Bule fala de amor próprio em ‘Baby’, entre guitarras e synths

A recifense Bule lança “Baby”, segunda faixa da banda no projeto Aceleração Musical Labosonica – Edição Toca do Bandido. A canção já está disponível em todas as plataformas digitais via selo Toca Discos. Ouça aqui: https://rebrand.ly/bule-baby. “A música fala sobre amor próprio. Muitas vezes, a gente esquece de nutrir uma relação saudável consigo e acaba deixando de lado um exercício muito poderoso para vida”, é com esse sentimento que a BULE define “Baby”. Para o produtor musical Felipe Rodarte, que assina a produção musical de artistas como Marcelo Falcão, Baco Exu do Blues e The Baggios (indicados duas vezes ao Grammy Latino), a faixa tem um viés mais de balada, de canção de autoestima. “Bule tem uma personalidade forte com influências musicais brasileiras e internacionais. É uma banda bem interessante, com uma assinatura bem forte, com um sotaque bem arraigado do nordeste praiano, tropical”, afirma Rodarte. Constança Scofield, produtora artística e uma das idealizadoras do projeto, engrossa o coro de elogios à banda: “Uma das melhores coisas dessa banda incrível é a composição. Baby é uma faixa com uma letra fervorosa sobre amor próprio e autoconhecimento, mas a melodia é puro desapego. Poesia total. Eles são demais.” De acordo com a banda, o título é uma forma carinhosa de chamar uma pessoa querida e que a declaração de amor vem de um sentimento de afeto. “Tem diversos elementos que remetem a um diálogo interno como, por exemplo, o coro de vozes iguais, como se fossem vários monólogos diários e à construção de um relacionamento consigo, que dura uma vida inteira”, ressaltam os integrantes. Bule é um projeto de música brasileira, dançante e tropical que explora timbres, sonoridades e substâncias dos anos 1980, em que estão fervidos o orgânico e o eletrônico, o beat e a conga, o synth e a guitarra. Iniciada no Recife, em 2017, a banda é formada por Pedro Lião (voz, guitarra, sintetizadores), Carlos Filizola (guitarra, sintetizadores, programações), Daniel Ribeiro (percussão, programações), Bernardo Coimbra (contrabaixo, sintetizador) e Kildare Nascimento (bateria). Os integrantes do projeto passaram todo o ano de 2017 juntando as referências de timbres e estética que queriam utilizar na sua identidade sonora e visual e compondo as canções de Bule. Deu-se o período de desenvolvimento do projeto, escutando-se minuciosamente discos de artistas que serviram de influência, vivenciando a pré-produção, passando horas e horas dentro do estúdio, maturando um conjunto de músicas para ser lançado em 2018. A maturação estética da Bule foi desenvolvida em diversas frentes, como, por exemplo, na presença de uma identidade visual bem definida e marcante, construída por Gabriela L’amour. Isso também se mostra nas letras das canções, compostas em dupla por Pedro Leão e Toni Lamenha, amigo do grupo, em que foram trabalhados temas fixos (a semana, o cotidiano, a crônica dos dias que passam) e seus arredores, num fio narrativo que unisse todas as músicas. Em novembro, a banda lançou, em todas as plataformas, o seu primeiro álbum, intitulado “Cabe mais ainda”, com cinco faixas, incluindo os singles Coro e Azul, além de três vinhetas feitas por Benke a partir de músicas da banda. O show de lançamento aconteceu no Festival No Ar Coquetel Molotov e a banda ainda fez um show extra junto com Boogarins (GO) na semana seguinte, no Baile Perfumado, com casa cheia.
Ficha Técnica: Produzido e gravado por Felipe Rodarte no Estúdio Toca do Bandido
Mixado por Fabricio Matos
Masterizado por Ricardo Garcia
Autores: Pedro Liao, Carlos Filizola, Bernardo Coimbra, Daniel Ribeiro, Kildare Nascimento, Toni Lamenha
Voz-synth: Pedro Liao
Guitarra/synth: Carlos Filizola
Baixo – Bernardo Coimbra
Congas – Daniel Ribeiro
Bateria – Kildare Nascimento

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