"Born to Kill", novo álbum do Social Distortion, será lançado em 08 de maio

Born To Kill é mais do que o fim de uma espera de 15 anos entre álbuns do Social Distortion

"Born to Kill", novo álbum do Social Distortion, será lançado em 08 de maio
"Born to Kill", novo álbum do Social Distortion, será lançado em 08 de maio (Foto: Reprodução)

Os melhores de Orange County estão de volta com tudo: o tão aguardado oitavo álbum do Social Distortion, Born To Kill, será lançado em 8 de maio de 2026 pela Epitaph Records. Para fazer o pré-save do álbum e/ou ouvir a faixa-título eletrizante, que vem incendiando o público nos shows da banda nos últimos meses, acesse: https://socialdistortion.ffm.to/borntokill

Born To Kill é mais do que o fim de uma espera de 15 anos entre álbuns do Social Distortion — é uma revelação: 11 faixas de puro e inabalável rock'n'roll, cheias de fúria, alegria e catarse, todas impregnadas da mistura característica de desafio e cansaço do mundo que transformou o fundador Mike Ness em um poeta e sábio dos despossuídos por mais de 40 anos.



Primeiro álbum do Social Distortion desde a recuperação de Mike Ness após uma batalha contra o câncer, Born To Kill transborda um otimismo agressivo. O disco não perde tempo em mostrar onde está seu coração: a faixa-título — que também funciona como uma declaração de princípios — traz referências a Lou Reed ("Rock 'n' Roll Animal gonna come your way!") e a Iggy and the Stooges ("The agenda is yeah to Search and Destroy"), além de uma homenagem a David Bowie ("It's a Rock 'n' Roll Suicide"), que aparece algumas faixas depois em "Partners In Crime".



É um homem, uma banda e um álbum que ostentam com orgulho suas influências enquanto criam hinos e baladas atemporais, que tanto apontam o caminho futuro do Social Distortion quanto celebram seu passado marcante. "Tonight" e "The Way Things Were" são reminiscências carregadas de emoção, na linha de clássicos como "Story of My Life", do álbum homônimo de 1990 que marcou a consagração da banda, e "I Was Wrong", de White Light, White Heat, White Trash (1996) — esta última trazendo uma poderosa síntese do ethos do Social D:



"I wrote a song with a stolen riff / If you ain't got a song you ain't got shit."



Coproduzido por Mike Ness e Dave Sardy, e com participações especiais de Benmont Tench, do Tom Petty and the Heartbreakers, além de Lucinda Williams, e arte de capa colaborativa assinada por Ness e Shepard Fairey, Born To Kill é o capítulo mais recente de um catálogo notável que atravessa quase três gerações. A trajetória inclui Mommy's Little Monster (1983), Prison Bound (1988), o álbum Social Distortion (1990), certificado ouro pela RIAA, Somewhere Between Heaven and Hell (1992), White Light, White Heat, White Trash (1996), Sex, Love and Rock 'n' Roll (2004) e Hard Times and Nursery Rhymes (2011).



Como anunciado ontem, o Social Distortion vai promover Born To Kill com uma extensa turnê pela América do Norte. A turnê começa em 25 de agosto, em Phoenix, e passa por um total de 23 shows em 21 cidades, antes de se encerrar em 3 de outubro, em San Diego. Para informações sobre bandas de abertura, ingressos e outros detalhes, acesse: https://www.socialdistortion.com/tours

 


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