Winterfall lança o álbum "Silent Heavens" e apresenta estreia conceitual ambiciosa no metal progressivo nacional

As composições de "Silent Heavens" são assinadas por Henrique Martins e Guilherme Torres,

Winterfall lança o álbum "Silent Heavens" e apresenta estreia conceitual ambiciosa no metal progressivo nacional
Winterfall lança o álbum "Silent Heavens" e apresenta estreia conceitual ambiciosa no metal progressivo nacional (Foto: Reprodução)

A banda brasileira Winterfall lançou oficialmente seu álbum de estreia, "Silent Heavens", consolidando uma proposta artística ambiciosa que vinha sendo apresentada ao público desde o single "Decay of a Heart". O disco chega como uma obra conceitual densa, que combina o peso e a sofisticação do metal progressivo com uma abordagem cinematográfica e emocionalmente profunda. "Silent Heavens" se estabelece como um trabalho coeso, pensado para ser ouvido na íntegra, em que cada faixa cumpre um papel específico dentro de uma narrativa grandiosa que une fantasia épica e introspecção psicológica.

No centro da obra está a jornada de Lian, personagem que acredita cumprir uma missão externa ao se infiltrar em um povo tirânico, mas que, gradualmente, mergulha em uma travessia interna marcada por culpa, luto e crise de identidade. Ao atravessar cenários simbólicos como a Floresta da Solidão, o Mar do Esquecimento e o encontro com o Oráculo, Lian confronta seus medos, seu ego e as consequências de suas próprias escolhas. A revelação de que toda a jornada representa um diálogo com sua própria consciência, transforma a narrativa em uma metáfora sobre sofrimento, responsabilidade emocional e aceitação da morte do irmão. O álbum constrói essa trajetória de forma progressiva, alternando momentos de melancolia e contemplação com passagens intensas e técnicas, reforçando a dualidade entre fantasia e realidade psicológica. Ao final, "Silent Heavens" revela-se como um estudo sobre identidade, culpa e redenção, embalado por arranjos grandiosos e atmosferas imersivas.


Idealizada pelo vocalista Henrique Martins, de Porto Alegre-RS, a Winterfall reúne músicos de diferentes estados do Brasil e transita com personalidade entre o Prog Metal e o Power Metal, dialogando com referências do gênero sem abrir mão de identidade própria. Henrique, além de assumir os vocais e a direção artística do projeto, é responsável por violões, orquestrações, teclados e efeitos sonoros, assinando as composições ao lado do guitarrista Guilherme Torres, músico radicado no Paraná e integrante do Noturnall, reconhecido por seu virtuosismo técnico. O time se completa com o baixista mineiro Douglas Máximo e o baterista Thiago Caeiro, também de Minas Gerais, que já realizou turnês com Fábio Lione. Para as apresentações ao vivo, a formação contará ainda com João Vitor Machado na guitarra, ampliando a força e a complexidade sonora da banda nos palcos.

As composições de "Silent Heavens" são assinadas por Henrique Martins e Guilherme Torres, com produção dividida entre Henrique e Thiago Bianchi, que também responde pela mixagem e masterização. As gravações ocorreram no Estúdio Fusão, com os vocais registrados no estúdio próprio de Henrique, o HM Productions, e captação e edição conduzidas por Gabriel Lima. No álbum, Henrique assume os vocais, violões, orquestrações, teclados e SFX, Guilherme Torres é responsável pelas guitarras, Douglas Máximo grava o baixo e Thiago Caeiro assina a bateria. O disco ainda conta com participações especiais de Thiago Bianchi (Noturnall) na faixa "Take Back the Skies" e Fábio Caldeira (Maestrick) em "Farewell Letter". A arte do álbum foi desenvolvida por Carlos Trino, traduzindo visualmente a atmosfera épica e introspectiva que permeia toda a obra.

Saiba mais sobre a banda e acompanhe todas as suas novidades e lançamentos em @winterfallband no Instagram, pelo site winterfallband.com ou por meio de sua Assessoria de Imprensa, Hell Yeah Music Company.

Comentários (0)