THE MOURNING revela novo capítulo com formação de dois vocalistas e novo vídeo “If I Die I Die”
LR - Alex Nasla, Nanda Hayek, Jason Berlin, Jason Ashcraft, Alon Mei-Tal, Johnny Ray, Francesco Pinter
A banda de metal progressivo The Mourning retorna com “If I Die I Die”, um novo single impactante acompanhado de um videoclipe cinematográfico que marca o início de um novo capítulo na evolução da banda, definido por uma sonoridade mais pesada, maior intensidade emocional e a introdução da nova vocalista Nanda Hayek.
Construída sobre a marca registrada da banda, que combina composição cinematográfica, vocais duplos e a precisão do metal progressivo, a faixa confronta o medo da morte, o terror existencial e a exaustão psicológica de viver sob o controle do medo. Como a banda afirma no texto original, a declaração central da música, “Estou cansado de todo esse medo, cansei de viver com medo”, captura seu tema principal de se render ao medo e abraçar a liberdade.
Após o sucesso do álbum “Hush”, aclamado como “um álbum de prog metal complexo e envolvente” e “uma grata surpresa” pela mídia especializada, a banda buscou uma mudança criativa deliberada.
Em outubro de 2025, o The Mourning discretamente acolheu a vocalista brasileira Nanda Hayek em sua formação. Hayek é conhecida por seu trabalho com o OverAlive e por sua formação em psicoterapia e estudos existenciais. Em vez de anunciar a mudança imediatamente, a banda passou meses compondo novas músicas e construindo uma identidade visual completa em torno do single.
"If I Die I Die" é o primeiro lançamento a apresentar a dinâmica vocal dupla renovada entre Hayek e o vocalista fundador Johnny Ray, expandindo o alcance emocional da banda e intensificando sua pegada de metal moderno.
Composta por Francesco Pinter e Johnny Ray, e produzida, mixada e masterizada por Alex Nasla, a música mescla a complexidade do metal progressivo com uma sonoridade mais sombria e direta. A banda descreve a faixa como "uma batalha psicológica e espiritual", transitando do medo à catarse.
Liricamente, a canção é estruturada como um diálogo entre medo e fé, uma voz agarrando-se ao controle, a outra lutando para se libertar. O refrão “If I die I die” não é niilista, mas um momento de libertação: a recusa em deixar o medo ditar a própria vida.
O videoclipe que acompanha a música visualiza o arco emocional da canção através de uma narrativa simbólica. Uma mulher é perseguida por uma figura misteriosa da morte, aterrorizada a princípio, mas depois cada vez mais resoluta. Ela pilota sua motocicleta em direção ao confronto que vinha evitando, apenas para descobrir que a morte nunca foi o verdadeiro inimigo. O medo era.
“Ao enfrentá-lo diretamente, ela conquista aquilo que a dominava”, acrescenta Johnny Ray.
O lançamento também sucede um ano marcante para a banda. Em 2025, The Mourning Fizeram sua estreia ao vivo no festival 70000 Tons of Metal, onde a revista Kerrang! os aclamou como um "coletivo de prog metal incrivelmente talentoso" e elogiou sua apresentação às 3 da manhã como "um dos melhores shows do fim de semana". Mais tarde, se apresentaram no Prog on the Ranch 2025, consolidando ainda mais sua presença na cena do metal progressivo.
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