C-levels criam banda de rock e arrecadam R$ 600 mil para causas sociais
The Corporates sobem ao palco e usam a música para mobilizar recursos e apoiar causas sociais
O que executivos têm em comum? Há oito anos, um grupo de C-levels decidiu responder essa pergunta de um modo diferente do esperado: a música.
Alguns deles formaram uma banda, a The Corporates, e levaram o som do rock para dentro dos eventos corporativos, unindo negócios à paixão de tocar — e mostrando que conexões também podem ser construídas fora das reuniões.
The Corporates: mais de R$ 600 mil já foram arrecadados e doados para instituições
Até aí, muita gente já conhece essa história: shows e networking. O que ganha força, no entanto, é o propósito.
A The Corporates também gera impacto social. Mais de R$ 600 mil já foram arrecadados com as dezenas de apresentações realizadas, que são totalmente beneficentes, com valor destinado a instituições como Amigos do Bem, Instituto da Criança, Retiro dos Artistas e Fundação Dom Bosco.
“O projeto deixou de ser só uma conexão entre pessoas que gostam de música. A gente passou a olhar para isso como uma forma de mobilizar, de direcionar energia para algo maior — transformar encontros em ações que realmente façam diferença”, afirma Daniel Arcoverde, guitarrista da banda e CEO da Netshow.me, empresa especializada na transmissão de live commerces no mercado B2B.
Quem faz parte?
A formação da banda reúne executivos e profissionais de diferentes áreas. Fazem parte: Marcelo Munerato, CCO da Aon Latin America, nos vocais e violão; Amilcare Dallevo Neto, VP comercial da RedeTV!, na bateria; Paulo Pontin, da CrowdStrike, no contrabaixo; Daniel Arcoverde, fundador e CEO da Netshow.me, na guitarra; Gabriel Rozin, médico do Hospital Israelita Albert Einstein (que carinhosamente é tratado como o Chief Medical Officer da banda), também na guitarra; além de Júlio Pina, sócio da Gulf Capital Partners, Mauricio Cataneo, Managing Director da APEX Group e Cyd Alvarez, sócio e presidente da NBS Comunicação, nos teclados e piano.
Conciliar os shows com agendas naturalmente sobrecarregadas — como as de qualquer C-level — é o grande desafio do grupo. “A gente se prepara individualmente porque a agenda é apertada. Já os ensaios coletivos, acontecem com alguma frequência, sempre que possível. Mas todo mundo chega preparado e com vontade de fazer acontecer. No fim, é isso que faz dar certo: cada um entende seu papel, se ajusta e a música flui”, afirma Daniel Arcoverde.
A agenda da The Corporates inclui apresentações em casas como Blue Note São Paulo e TonTon Jazz, com novos eventos previstos para 2026.
“Estamos estruturando melhor a operação para conseguir escalar os shows sem perder a essência do projeto”, afirma. A meta é ampliar o impacto social.
Conheça: https://thecorporatesband.com.br/
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