Pular para o conteúdo
Publicidade

China anuncia "patrulha" marítima em águas a leste de Taiwan

M
Minuto Fonte Externa
1 de novembro de 2026 • 2 min de leitura
China anuncia "patrulha" marítima em águas a leste de Taiwan

A Guarda Costeira da China (CCG) realizou este sábado uma nova ronda de "patrulhas de rotina para aplicação da lei" a leste de Taiwan, zona onde Pequim tem reforçado a presença nos últimos meses, apesar dos protestos de Taipé.

 

Jiang Lue, porta-voz da CCG, declarou num comunicado que o grupo operacional liderado pelo navio "Hushi" realizou a operação "em conformidade com a lei" nessas águas, onde vinha reforçando as atividades desde outubro para garantir "de forma eficaz" a ordem da navegação.

"A Guarda Costeira continuará a intensificar as patrulhas de aplicação da lei nas águas sob a sua jurisdição e defenderá com firmeza a soberania territorial e os direitos e interesses marítimos da China", acrescentou o porta-voz.

Em resposta, a Administração da Guarda Costeira (CGA) de Taiwan reagiu com o envio do navio "Ji'an" e de outras embarcações para "vigiar todo o processo", que qualificou de "operação de simulação de aplicação da lei" e de "verdadeira intimidação".

"O nosso país detém direitos soberanos e jurisdição sobre a zona económica exclusiva a leste de Taiwan, enquanto a China não tem qualquer jurisdição sobre nenhuma das águas de Taiwan", afirmou o organismo num comunicado.

A China tem reforçado a presença marítima em torno de Taiwan, com o envio de um número crescente de navios da guarda costeira, navios de investigação científica e outras embarcações oficiais para as águas próximas da ilha e respetivos arquipélagos periféricos.

Um dos pontos mais movimentados é o das águas a leste de Taiwan, uma zona particularmente estratégica, não só por albergar vias marítimas fundamentais para o comércio mundial.

As autoridades de Pequim consideram Taiwan uma "parte inalienável" do território chinês e não descartam o uso da força para assumir o seu controlo, uma postura rejeitada pelo Governo de Taiwan, que defende que apenas os 23 milhões de habitantes da ilha têm o direito de decidir o seu futuro político.

Leia Também: MNE da China e da Islândia acordam reforçar cooperação no Ártico

Conteúdo importado automaticamente via RSS de Minuto.

Todos os direitos autorais e de propriedade intelectual pertencem ao veículo de origem. Leia a matéria completa na fonte original

Publicidade

Gostou? Compartilhe

Mande para os amigos ou publique nas suas redes.

Comentários (0)

Nenhum comentário publicado ainda.

Seja o primeiro a compartilhar sua opinião sobre esta matéria!

Deixe seu comentário

Seu e-mail não será divulgado publicamente. Comentários passam por moderação antes da publicação.