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Japão quer revisão da lei de cibersegurança após onda de ataques

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Minuto Fonte Externa
6 de novembro de 2026 • 3 min de leitura
Japão quer revisão da lei de cibersegurança após onda de ataques

Sanae Takaichi fez o anúncio após um conselho de ministros no qual o executivo japonês apresentou um pacote de medidas de emergência, elaboradas enquanto cresce a preocupação pública com a cibersegurança, noticiou a agência de notícias Kyodo.

 

Entre as medidas anunciadas pelo gabinete de Takaichi está a utilização de inteligência artificial (IA) para identificar vulnerabilidades nos sistemas informáticos, além da criação de equipas compostas por especialistas altamente qualificados.

Este pacote tem como pilares o reforço das medidas básicas de segurança através da IA, a melhoria da recolha e análise de informação, a adoção de uma abordagem estratégica para responder aos ataques e o reforço de ações para auxiliar os afetados e prevenir danos maiores.

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Já no final de outubro, o ministro da Economia, Ryosei Akazawa, informou que o Japão iria criar uma equipa especial de "hackers" que utilizaria a IA para proteger os sistemas contra novos acessos não autorizados.

A iniciativa ficará sob a responsabilidade da Agência de Promoção da Tecnologia da Informação, ligada ao Ministério da Economia.

Estas medidas surgem quando o Japão enfrenta uma onda de ciberataques de grande escala, que expuseram dados de milhões de pessoas e afetaram vários tipos de empresas e organismos públicos.

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A lei sobre cibersegurança, aprovada em maio de 2025 e que entrou em vigor a 01 de outubro — no meio do aumento de fugas massivas de dados —, concede às autoridades o acesso remoto aos servidores e a monitorização das comunicações, com o objetivo de alinhar a sua legislação com os Estados Unidos ou a União Europeia (UE).

Leia Também: Hackers atacam frigoríficos e Portugal é afetado. Supermercados em risco?

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