Museu do Côa apresenta nova exposição de Luísa Pacheco em novembro
O Museu do Côa inaugura em 07 de novembro a exposição "DEPOIS", de Luísa Pacheco, apresentando uma reflexão visual e espacial sobre a condição humana, a sobrevivência e a transformação, foi hoje divulgado.
Segundo uma nota do museu enviada à agência Lusa, "DEPOIS" "constrói-se como um mapa de dor, amor, sobrevivência e memória, onde fragmentos de experiências vividas coexistem com a possibilidade de memórias futuras".
"Entre a memória ancestral e a distopia contemporânea, a exposição interroga aquilo que permanece e aquilo que se transforma, num movimento eterno entre presença e ausência, passado e futuro", sublinha o museu.
Através da pintura, escultura, instalação, objetos e superfícies refletoras, a artista desenvolve "uma cartografia instável, na qual as imagens se fragmentam, multiplicam e deslocam".
Por outro lado, "a condição feminina, os mecanismos de poder e controlo, a crise ecológica e a transformação tecnológica da imagem integram esta reflexão sobre a proximidade entre a distopia imaginada e a realidade contemporânea".
"Inspirado pelas gravuras do Vale do Côa, congelei momentos, pensamentos, conceitos, perceções de mundo, que surgem tanto do que me rodeia quanto do que trago dentro de mim. Do início dos tempos até o amanhã. 'DEPOIS' convida a uma jornada por instantes imutáveis e estáticos, ainda que em constante movimento", indicou Luísa Pacheco.
Luísa Pacheco é artista visual, 'designer' de produção, diretora de arte e cenógrafa, com mais de 30 anos de experiência nas áreas das artes visuais, cinema, teatro e museologia.
A exposição "DEPOIS" vai estar patente no Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, no distrito da Guarda, de 07 de novembro até 24 de janeiro de 2027.
A exposição "DEPOIS" sucede à mostra "Parte do Chão", de Maria Luísa Capelo e João Massono.
Desde 2022, as exposições temporárias mais visitadas do Museu do Côa foram "Paula Rego - Rotura e Continuidade" (60 mil pessoas), "Dark Safari", a partir da Coleção de Arte Contemporânea do Estado (38 mil), e "Mapas da Terra e do Tempo", de Graça Morais (37 mil pessoas).
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Lusa | 12:13 - 27/10/2026Conteúdo importado automaticamente via RSS de Minuto.
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