Oliveira de Azeméis investe 7,9 milhões para arranjar ruas e passeios
O Município de Oliveira de Azeméis vai gastar cerca de 7,9 milhões de euros num ano para requalificar 55 quilómetros de arruamentos, passeios e muros, corrigindo o que, em muitos casos, resulta de obras de saneamento e intempéries.
Segundo explicou hoje à Lusa essa autarquia do distrito de Aveiro e Área Metropolitana do Porto, nesse conjunto de intervenções, com diferentes prazos de execução ao longo dos próximos 12 meses, a maior empreitada será a que abrange troços de 150 artérias do concelho cujo piso se encontra em mau estado, com um orçamento de três milhões de euros.
"Vamos privilegiar esses arranjos nas freguesias onde mais recentemente houve trabalhos da rede de água e saneamento, para pôr as estradas em condições outra vez", revelou o presidente da Câmara Municipal, Joaquim Jorge Ferreira.
Obra que absorve 1,5 milhões de euros é a requalificação da zona industrial do Nordeste, que esta semana já apresenta novos passeios e pisos asfaltados, após vários anos sem arranjo urbanístico adequado à ocupação empresarial dessa área – disposta por 4.000 metros quadrados nas freguesias de Carregosa, Cesar e Fajões.
A zona industrial de Loureiro também está a ficar com passeios e pisos novos, graças a trabalhos de 900.000 euros "na parte mais antiga" dessa área empresarial.
Outras duas obras entre as mais dispendiosas do conjunto são as relativas à Estrada Nacional 1 (EN1): uma empreitada vai absorver 1,2 milhões de euros para melhorar o troço mesmo em Oliveira de Azeméis, no topo norte do Parque Urbano, e outra vai custar 700.000 euros, propondo-se recuperar o percurso "muito degradado" dessa via na freguesia de Santiago de Riba Ul.
Da lista fazem ainda parte 400.000 euros para arranjar passeios e ruas da zona industrial de Nogueira do Cravo e 200.000 para "vários muros por todo o concelho".
Essa última medida visa, na maioria dos casos, a recuperação de muros e suportes de estrada que foram derrubados devido ao mau tempo, sobretudo durante o comboio de tempestades que assolou o país no início do ano, mas também se aplica a estragos causados por acidentes de viação.
Quanto ao financiamento dessas obras, fonte da autarquia garantiu: "Vai ser tudo pago com fundos municipais".
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