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Cinco investigadores da U. Guarda entre os 2% mais citados do mundo

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Minuto Fonte Externa
16 de outubro de 2026 • 4 min de leitura
Cinco investigadores da U. Guarda entre os 2% mais citados do mundo

A Universidade Politécnica da Guarda (UPG) tem, pelo segundo ano consecutivo, cinco investigadores entre os 2% de cientistas mais citados do mundo, segundo o mais prestigiado ranking mundial de investigação, anunciou hoje a instituição.

 

A prestigiada lista "World's Top 2% Scientists" 2026 foi elaborada pela Universidade de Stanford (EUA) em colaboração com a Elsevier.

"A confirmação, pelo segundo ano consecutivo, do interesse que o trabalho de investigadores da Universidade Politécnica da Guarda desperta nos meios académicos mundiais constitui um reconhecimento importante da capacidade científica que temos vindo a construir", afirma Joaquim Brigas, reitor da UPG, citado num comunicado enviado à agência Lusa.

Para o responsável, este resultado "valoriza o trabalho dos nossos investigadores e equipas e demonstra que a UPG dispõe de competências e de capacidade científica para continuar a crescer e a afirmar-se dentro e fora do país".

A presença dos cinco docentes e investigadores da UPG neste grupo "restrito e de maior impacto científico a nível mundial" resulta dos indicadores de citação da base de dados Scopus, uma das maiores e mais completas plataformas de indexação de publicações científicas a nível mundial – também gerida pela Elsevier.

Segundo a UPG, a manutenção destes investigadores no ranking "World's Top 2% Scientists" constitui "um novo indicador da capacidade científica da Universidade Politécnica da Guarda" e resulta "da prioridade dada à investigação" na instituição.

A lista baseia-se em métricas de citação padronizadas que incluem citações totais, sendo que os dados extraídos da base de dados Scopus estão atualizados até ao final de 2025.

A seleção baseia-se nos 100 mil melhores cientistas por c-score (com e sem autocitações) ou numa classificação de percentil igual ou superior a 2% na subárea, especifica a UPG.

A versão agora divulgada baseia-se no instantâneo da Scopus a 01 de agosto de 2026, atualizado até ao final do ano de citação de 2025.

"Este resultado é um bom reflexo do trabalho desenvolvido pelas equipas e unidades de investigação que funcionam nas suas escolas, bem como a participação da UPG em projetos científicos e em redes de colaboração nacionais e internacionais".

A UPG lidera seis projetos internacionais e 15 projetos nacionais, desenvolvidos em parceria com universidades, centros de investigação, empresas, autarquias, IPSS (instituições particulares de solidariedade social) e outras organizações.

A instituição participa ainda em 71 projetos lançados nos últimos anos, quase todos ainda em curso.

"É um universo de 136 milhões de euros aplicados em ciência, dos quais a UPG gere diretamente 15,5 milhões. Só em junho e julho passados, este trabalho resultou em dois pedidos de patentes nacionais e um pedido de patente internacional", lembra a UPG.

Joaquim Brigas realça que estes resultados e o reconhecimento internacional da instituição têm "particular significado no momento em que estamos a desenvolver o processo de evolução para Universidade".

"A investigação científica, a formação avançada e a capacidade de produzir e transferir conhecimento são dimensões fundamentais do projeto institucional que estamos a construir", acrescentou.

Segundo o reitor da UPG, a Universidade quer conjugar "a excelência académica e científica com uma forte ligação ao território, capaz de contribuir para a inovação, a competitividade das empresas e o desenvolvimento da região".

A UPG participa atualmente em seis unidades de Investigação & Desenvolvimento (I&D) ativas em várias áreas científicas e tecnológicas com classificação positiva da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), quatro delas com a classificação "Muito Bom".

Politécnica da Guarda apresenta penso inteligente

A Universidade Politécnica da Guarda (UPG) apresentou na Biomeet 2026, o maior encontro nacional de biotecnologia, um gel para tratamento de intoxicação e pensos 'inteligentes' "com potencial de aplicação na área da saúde", revelou hoje a instituição.

Lusa | 10:50 - 30/09/2026

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