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Insegurança na Rua do Raimundo: Comerciantes exigem policiamento

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Minuto Fonte Externa
16 de outubro de 2026 • 2 min de leitura
Insegurança na Rua do Raimundo: Comerciantes exigem policiamento

Comerciantes e moradores de uma rua do centro histórico de Évora queixam-se de insegurança, alegando consumo de bebidas alcoólicas e drogas e clima de intimidação na via pública, e exigem policiamento e a instalação de videovigilância.

As queixas sobre o que consideram ser "a extrema gravidade que se vive diariamente na Rua do Raimundo" constam de uma carta aberta dirigida ao presidente da Câmara, Assembleia Municipal, PSP e outras entidades, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

Contactado hoje pela Lusa, o presidente do município, Carlos Zorrinho, revelou ter recebido a carta aberta juntamente com um abaixo-assinado com cerca de 370 assinaturas, na quinta-feira, durante a reunião pública de câmara.

Também "o porta-voz [dos promotores da iniciativa] teve a oportunidade de fazer [na reunião de câmara] uma descrição de um conjunto de fenómenos de insegurança que se passa na rua", referiu o autarca alentejano.

Carlos Zorrinho indicou que a vereadora Carmen Carvalheira, que tem o pelouro da fiscalização municipal, vai promover uma reunião entre responsáveis da Câmara e do grupo de comerciantes e moradores e a PSP para se "encontrar uma resposta consertada".

"Temos que aplicar a lei, mas a aplicação da lei depende de um conjunto de organismos que não dependem do município. O que depende do município é juntar esses organismos e procurar criar condições de mais segurança na Rua do Raimundo", acrescentou.

Na carta aberta, os subscritores queixam-se do "consumo indiscriminado de bebidas alcoólicas na via pública ao longo de todo o dia, prejudicando o ambiente público", assim como da venda e consumo de drogas "com total sentimento de impunidade".

"Esta realidade afasta os clientes, prejudica o normal funcionamento das lojas e destrói o dinamismo económico", alega o grupo de comerciantes e moradores, aludindo ainda a "um clima de intimidação e degradação do espaço urbano".

Perante a situação, os subscritores da carta aberta exigem fiscalização e patrulhamento apeado, a instalação de um sistema de videovigilância, o controlo da venda de álcool por parte dos estabelecimentos e a intervenção de equipas de apoio social.

Conteúdo importado automaticamente via RSS de Minuto.

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